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Empresa lança primeiro veículo elétrico para operações em subsolo



A AngloGold Ashanti lançou em março uma carregadeira totalmente elétrica na Mina Cuiabá, em Sabará, visando a mineração sustentável e segura. Esta máquina zero carbono, operando a 1.600 metros de profundidade, supera o modelo a diesel em eficiência, segurança e produtividade, graças ao seu torque instantâneo e menor emissão de calor e ruídos.

 

A primeira carregadeira 100% elétrica do Brasil foi lançada na Mina Cuiabá durante um evento com técnicos e imprensa, antes de iniciar operações subterrâneas. Esta aquisição posiciona a produtora de ouro na vanguarda do setor mineiro. A Mina Cuiabá, uma das mais profundas do Brasil, atinge mais de 1.600 metros de profundidade.


O diretor Luis Otávio de Lima, diretor de Operações Cuiabá, destacou que o investimento é um passo mais importante na estratégia de descarbonização da AngloGold Ashanti com foco em nossos pilares de sustentabilidade e inovação. Já implementamos na mina Cuiabá o sistema independente de carregamento (tele-remoto) e o sistema de monitoramento de pessoas no subsolo (people tracking), além da integração de integração. Agora, estamos adquirindo a primeira máquina 100% elétrica para subsolo.


A AngloGold Ashanti avança para a meta Net Zero, visando eliminar as emissões de gases de efeito estufa até 2050. Em 2022, a empresa reduziu suas emissões de CO₂ em 33% através do uso exclusivo de energia renovável certificada, sem emissões de carbono. Estão em andamento projetos adicionais de eletrificação da frota para atingir novas metas ambientais.


O Epiroc Scooptram ST14, destinado à mina Cuiabá, destaca-se por sua operação silenciosa e livre de emissões devido à tecnologia elétrica, que reduz custos operacionais e aumenta a segurança e produtividade. Suas baterias de íon-lítio facilitam a operação contínua. O acesso facilitado aos componentes de manutenção e a menor quantidade de peças móveis diminuem a frequência de manutenção e os custos associados. Menos calor é gerado em comparação aos motores a diesel, o que diminui a necessidade de ventilação complexa e melhora as condições de trabalho.


A implementação do ST14 resulta em economias significativas de diesel e redução das emissões de CO2. O investimento inicial para a locação de 18 meses e infraestrutura é de cerca de R$ 13,7 milhões. O projeto de eletrificação visa expandir para outras carregadeiras e veículos da empresa, com planos de substituir mais equipamentos a diesel por elétricos até 2027, nas Operações Cuiabá.

 

 

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