Komatsu reforça portfólio e amplia presença no mercado brasileiro
- 3 de ago.
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A Komatsu está ampliando sua atuação no mercado brasileiro de mineração subterrânea com uma estratégia voltada ao fortalecimento do portfólio para operações de subsolo. Um dos principais marcos desse movimento foi a aquisição da fabricante alemã GHH, em 2025. Com a incorporação da empresa, a Komatsu expandiu sua oferta de equipamentos e tecnologias, consolidando um portfólio mais completo de soluções para mineração subterrânea.
“No Brasil, estamos estruturando um portfólio que contempla diferentes etapas da operação subterrânea, desde carregamento e transporte até soluções voltadas à segurança operacional”, afirma Alessandro Antunes, gerente comercial de Clientes Estratégicos e da linha de Underground da Komatsu no Brasil. “A proposta é aplicar nesse segmento a experiência que a companhia acumulou ao longo de décadas no desenvolvimento e suporte de equipamentos para mineração”.
Entre os equipamentos que passam a integrar a estratégia da Komatsu no Brasil estão o caminhão subterrâneo HX45, destinado ao transporte de material em galerias e frentes de lavra, e a carregadeira WX15, com capacidade de 15 toneladas, utilizada nas operações de carregamento e movimentação de minério. O portfólio também inclui os bolters ZB21 e ZB31, empregados na contenção do maciço rochoso, os scalers DS30RB, da canadense DUX Machinery, responsáveis pelo desplacamento de rochas instáveis após detonações, e os jumbos de perfuração ZJ21 e ZJ32, voltados ao desenvolvimento de galerias.
Os scalers DS30RB já operam em minas brasileiras há mais de 15 anos, em parceria com a Komatsu, contribuindo para a estabilização do maciço rochoso e a segurança das equipes. Segundo Antunes, confiabilidade, disponibilidade e previsibilidade operacional são fatores decisivos na mineração subterrânea, onde as condições geológicas exigem equipamentos robustos e capazes de operar com elevados padrões de segurança.
“A mineração subterrânea exige equipamentos capazes de operar com alto nível de confiabilidade e segurança, mas também com eficiência operacional”, afirma. “Isso envolve desde produtividade e desempenho das máquinas até aspectos como taxa de penetração acima de 3 metros por minuto e com uma redução nos custos de manutenção de até 20% na nossa linha de equipamentos de perfuração”.
































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